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VideoCatarse: Tem Dias - KsisJul 2, '08 5:29 PM
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Hoje era dia de catarse. Eu ia pro treino de espadas do Chronos, participar pela primeira vez do treino técnico e liberar minh agressividade na hora da pancadaria, mas minha mãe fez o favor de sair em cima da minha hora e levar a família toda, me obrigando a ficar em casa cuidando do Tobby. Ok, ossos do ofício de mãe de cachorro, rs... Pior que eu tô tentando ligar pra Lórien pra avisar que acho que não vou conseguir ir, mas não consigo! Então, fica aqui o meu registro, hehe...

E aí eu tinha que arranjar uma outra catarse, né? E procurando referências pra uma novidade que eu vou contar e documentar logo logo, eu me deparei de novo com esse clipe das Ksis. E como hj agora mais à tarde eu tô mesmo em clima de pular, berrar, soltar a franga e rir de mim mesma, perfeito! Ainda que eu não seja a pessoa mais fã dessa música, vamos combinar que pra fins de catarse ela é perfeita, né??? Rs...

E ainda por cima ela me lembra todas as cagadas que eu já fiz na vida, seja por ter tentado ser o que eu não sou ("um salto alto mortal"), seja por ter me embaralhado com o que eu sou ("eu acho que eu já tô meio fora de moda")... E me faz rir delas!

E mais ainda por cima ainda, eu acabei de perceber que o Renato Galozzi, meu xodó querido, aparece no violão no final! Que absurdo eu não ter percebido isso antes! Acho que nunca tinha visto o clipe até o final, rs...

É... Tem dias que a noite é foda, haha!!!!


Import.flv (8.1 MB)

Blog EntryOlha ela aí de novo...Jul 1, '08 9:27 PM
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E se eu desse um bichinho de pelúcia novo pra ela abraçar?



Blog EntryExpressando raiva pelos outros...Jun 30, '08 10:38 PM
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... e por mim mesma, que obviamente não consigo ficar sabendo de certas situações bizarras sem ficar puta da vida. Então, antes de nos concentrarmos em uma visão mais produtiva das coisas, aqui vai um grande:



Porque tem gente que merece!!!


Photo AlbumExercício de breguice - Parte III (11 photos)Jun 29, '08 3:26 AM
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O que seria do brega sem o visual, certo? E falar em Thalia sem mostrar o naipe dela nem adianta. O visual vai mudando com o tempo, acompanhando as tendências. Assim como o som, na verdade. Em 3 CDs eu já acho a diferença absurda. As únicas fotos deste álbum em que ela realmente merece o título de brega são as do En Extasis. Memso pra 1995, a coisa estava bem exagerada. Em Amor a la Mexicana o visuale stá bem mais limpo (exceto pela imagem que ilustra o CD em si, mas infelizmente essa eu não consegui encontrar). Em Arrasando eu acho que ela arrasou no visual mesmo. Pago um pau assumido pra foto central do encarte do CD, e agora adorei também essa nova foto do mesmo ensaio que encontrei na internet. Esse foi o último visual dela que eu vi que realmente gostei. Depois ela passou por uma fase americanóide demais pro meu gosto, que me irritou tanto musicalmente quanto visualmente. É claro que ela já estava mostrando essa tendência em Arrasando, mas pra mim ele ainda mantinha o que a tornava Thalia. Depois, eu achava que nem parecia mais a mesma. Não sei como as coisas se desenrolaram desde então, qualquer dia desses eu crio pique pra pesquisar.

Blog EntryExercício de breguice – Parte IJun 29, '08 3:20 AM
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Aproveitando o momento de fim de A Torre + A Louca da Colina, é uma hora bem propícia pra assumir certos aspectos obscuros da minha personalidade.

Eu sou uma pessoa brega. Brega e piegas. Ok, eu sei, todos vocês já perceberam isso. Eu vivo sendo melodramática. Acontece que parar pra pensar que os outros percebem que eu sou brega me deixa muito brava. E quando eu acabo deixando escapar uma das minhas breguices sem querer, então? Fico num estado que me dá vontade de mandar sair de 10 em 10 pra não criar tumulto.

E o pior é que eu vivo dizendo por aí que eu não tenho preconceito contra coisas bregas. Porém, na hora de assumir de peito aberto minha própria breguice, eu tiro o meu da reta e finjo que não é comigo. Ou fico brava comigo mesma quando não dá mais pra me fazer de desentendida.

Acontece, senhoras e senhores, que a pessoa que vos fala é brega, sim. É brega e vai continuar sendo.

Posso fazer piada, posso falar palavrão, posso ter um ar levemente descolado de vez em quando... Mas carrego no peito a essência da divindade da breguice.

Ou melhor... A breguice é que carrega em si a essência divina. Afinal, não foi Roberto Calasso que disse que junto a um deus sempre se ri ou se chora? Então... Diante de uma coisa brega, ou rimos do ridículo da situação, ou choramos com a emoção e o drama envolvidos, ou até misturamos os dois e choramos de tanto rir. Tem coisa mais divina que isso???

E pra celebrar o cúmulo da breguice da minha alma... Pra fazer de verdade esse exercício de auto-aceitação... Pra de verdade bater no peito e assumir publicamente até os mais escuros recônditos da minha alma... O que seria melhor do que assumir publicamente o cúmulo da minha breguice: a minha história com a Thalia???

Eu gosto da moça. Eu até já mandei letra de música dela pra amiga, uma música muito especial pra mim. Tem música dela que me faz chorar, assim como me faz rolar de rir. Porque sim, a moça é brega!!! E só quem é brega de verdade consegue despertar esses opostos da alma humana.

Comecei a me interessar na época das Três Marias do SBT: Maria Mercedes, Marimar e Maria do Bairro. Na época a coisa era séria mesmo. Depois eu cresci, meu gosto musical mudou bastante, mas continuei gostando dela e do material que eu já tinha como forma de preservar essa minha faceta piegas tão arraigada na minha alma.

Tenho 3 CDs dela: o Em Extasis, primeiro a ser lançado no Brasil, e os dois seguintes, Amor a la Mexicana e Arrasando. E eles são os únicos CDs que estão sempre organizados em seqüência no porta-CDs, porque quando resolvo ouvir um, geralmente ouço os três de uma vez. E detalhe: com direito a performance. Sim, eu danço, canto e interpreto todas as músicas. É por isso que eu praticamente só escuto quando eu tenho a oportunidade de ficar sozinha em casa, hehe...

Parei de acompanhar o trabalho nessa época. Pouco depois ela começou a gravar algumas músicas em inglês, e como eu tenho uma preguiça imensa pra músicas em inglês e também não estava gostando muito do que estava sendo feito (preferia as origens bregas da moça), acabei abandonando e ficando só com os meus CDzinhos velhos.

Pra me engajar de vez nesse exercício e nesse compromisso público de me assumir brega, resolvi fazer uma seleção de músicas da Thalia pra vocês, devidamente separadas por categorias. Também vou selecionar algumas imagens pra postar. Espero que gostem e se divirtam.

Sim, vocês estarão conhecendo muito mais sobre mim se ouvirem as músicas com atenção, hehe...


MusicExercício de breguice – Parte IIJun 28, '08 11:26 PM
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Antes de se lançar no meu Exercício de breguice – parte II, por favor, vá conhecer o contexto da coisa em http://sandothais.multiply.com/journal/item/122.

Lembrando que eu estou aqui zoando com as músicas, mas eu gosto bastante de algumas delas e elas me servem muito em determinados momentos da minha vida, hein? Mesmo assim, sintam-se à vontade pra fazer piadas, porque metade da graça dela é justamente essa.

THALIA DE QUATRO POR ALGUÉM
Amandote (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/1114646/
Es tu amor (Amor a la Mexicana – 1998): http://letras.terra.com.br/thalia/89788/
Gracias a Dios (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/68158/
Piel morena (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/39980/
Rosalinda (Arrasando – 2000): http://letras.terra.com.br/thalia/39974/
Te quiero tanto (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/89781/

THALIA DE QUATRO PRA ALGUÉM
Menta y canela (Arrasando – 2000): http://letras.terra.com.br/thalia/39980/
Te deje la puerta abierta (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/583576/

THALIA DE QUATRO MESMO POR ALGUÉM
Por amor (Amor a la Mexicana – 1998): http://letras.terra.com.br/thalia/39990/

THALIA SOFRENDO HORRORES
Entre el mar y una estrella (Arrasando – 2000): http://letras.terra.com.br/thalia/39973/
Lagrimas (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/89779/
Quiero hacerte el amor (En Extasis – 1995): http://letras.terra.com.br/thalia/39998/
Reencarnación (Arrasando – 2000): http://letras.terra.com.br/thalia/39977/
Regresa a mi (Arrasando – 2000): http://letras.terra.com.br/thalia/39976/

THALIA SE AUTO-AFIRMANDO
Arrasando (Arrasando – 2000): http://letras.terra.com.br/thalia/39975/

THALIA CONSCIENTE
De donde soy: http://letras.terra.com.br/thalia/89789/
(eu adoro essa música, e se alguém falar mal eu quebro de porrada, hein?)


Dessa lista, minhas preferidas são ES TU AMOR e LAGRIMAS, além de DE DONDE SOY, cuja letra ainda me emociona muito. As mais divertidas pra performances são TE QUIERO TANTO, POR TU AMOR e MENTA Y CANELA. As clássicas, das quais muito provavelmente vocês vão se lembrar se escutarem, são AMANDOTE, GRACIAS A DIOS e PIEL MORENA. ENTRE EL MAR Y UMA ESTRELLA e REGRESA A MI tocaram muito nas rádios na época do lançamento, talvez vocês se lembrem também. E REENCARNACIÓN eu acho hilária, escutem.
Thalia - Amandote   
Thalia - Arrasando   
Thalia - Entre el mar y una estrella   
Thalia - Es tu amor   
Thalia - Gracias a Dios   
Thalia - Lagrimas   
Thalia - Menta y canela   
Thalia - Piel morena   
Thalia - Por amor   
Thalia - Quiero hacerte el amor   
Thalia - Reencarnación   
Thalia - Regresa a mi   
Thalia - Rosalinda   
Thalia - Te deje la puerta abierta   
Thalia - Te quiero tanto   
Thalia - De donde soy   

Blog EntryA Louca da Colina – Primeira análiseJun 28, '08 1:15 AM
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Vamos à primeira análise multiplyca do exercício de tentar atender apenas aos desejos do próprio umbigo.

Vocês devem estar pensando por que cargas d´água eu resolvo chutar o pau da barraca bem no dia em que eu consigo um emprego oficialmente. Acontece que, como vocês sabem muito bem, minha vida ultrapassa o âmbito profissional, e existem outras coisas acontecendo que têm mexido comigo demais da conta.

E aí num momento crucial uma grande amiga me propôs o exercício de tirar umas férias e passar 7 dias olhando só pro meu próprio umbigo.

E eu, CONFESSADAMENTE, entendi a coisa toda errada (ou me aproveitei da situação pra interpretar como eu bem queria, quem sabe?) e resolvi virar de vez A Louca da Colina.

Passaram-se pouco mais de 24 horas e eu já fiz um movimento imenso. Pois é, essa é a graça de ser escorpiana. Ou de ser a Thais, pelo menos.

Alguns insights aconteceram durante essas horas, algumas discussões acaloradas com minha amiga tentando me fazer voltar à consciência também; mas esse é o primeiro momento em que eu paro e reflito sobre o que aconteceu.

Primeiro eu deixei vir todo e qualquer sentimento que viesse. A raiva contida apareceu com tudo. A menina mimada desejosa de exclusividade falou mais alto que tudo. Eu quero, eu quero tudo, eu quero aqui, eu quero agora, dane-se você, eu, eu, eu. Ela gritou, esperneou, se debateu e soltou faíscas e alfinetadas. E ainda por cima, ela estava com o orgulho ferido. Ela não suporta ter o orgulho ferido. Dá pra imaginar o escândalo que ela aprontou. Assustou aos outros e a mim mesma.

Por alguns momentos ela, cansada, resolveu dar uma trégua. E depois voltou ainda mais forte. A coisa foi crescendo, crescendo, crescendo... Até chegar ao ponto em que ela não era mais uma menina mimada: ela era uma fêmea ferida.

Eu pude mais uma vez passar pela experiência de sentir algo com que nos últimos meses eu tomei contato só por meio de relatos: a sensação de não saber mais quem está no controle. O se sentir na corda bamba entre a sanidade e o surto. E eu quis ir em frente. Quis pagar pra ver onde isso ia dar.

Nesse meio tempo passei por algumas situações interessantes. Ouvi alguém berrando impropérios ainda mais alto do que eu, olhei pra colina ao lado e descobri outra louca, uma fêmea mais ferida do que eu, ferida no seu senso de justiça e proteção. E então baixei o meu volume, dando espaço para que a dor dela fluísse pelo ar, sem me sentir em nada desrespeitada por estar cedendo esse espaço.

Mais tarde, encontrei por acaso uma conhecida, alguém que eu sempre vi passar pela superfície da vida, e numa dessas conversas superficiais sobre outras pessoas, eu acabei me lembrando das dificuldades adaptativas práticas e nada poéticas do surto real.

E então, aconteceu o fato que mudou o fluxo da correnteza dentro de mim. Há pouco tempo eu abri mão de uma coisa, por um motivo muito especial, mas sem sentir o desapego necessário pra isso. Foi algo que na ocasião feriu tremendamente o orgulho da menina mimada. E eu prometi que nessa semana de exercício eu faria novamente aquilo que deixei de fazer.

Bem. Eu fui tentar fazer, e não consegui. Era algo bastante simples, e mesmo assim eu não consegui. E ainda por cima fiquei tranqüila com o fato. Demorei um tantinho pra digerir a situação, e quando finalmente a ficha caiu, eu compreendi que as motivações que me levam a certas ações e não ações são muito mais bonitas e profundas do que eu sequer poderia imaginar.

Quando eu entendi isso, tudo ficou mais calmo. A correnteza em mim virou remanso. Voltei a ser a menina-mulher atrapalhada que fala e faz, sim, um monte de bobagens, que leva rasteiras da vida ou tropeça nos próprios pés, mas que em vez de ter seu orgulho ferido por isso, aprendeu a rir de si mesma e seguir em frente. Voltei a ser a fêmea que lambe mansamente suas feridas, sabendo que o couro cicatrizado será mais forte.

Uma das grandes lições do momento foi entender que quem machuca minha menina mimada sou eu mesma, ao me envergonhar do que ela faz e insistir tanto que ela cresça, quando na verdade ela só está tentando me proteger e preservar o meu espaço. Ela é a parte de mim mesma que, se for tratada com o devido carinho e atenção e se tiver suas dores olhadas como questões legítimas em vez de birras, se tornará a guia que me ensinará o auto-respeito. Ela não precisará mais gritar nem fazer escândalo pra ser escutada.  E ela não precisará querer muito tudo, aqui, agora, eu, eu, eu, porque ela não estará mais carente. Ela  terá conseguido ser ouvida.

E a outra grande lição foi que fui levada a acreditar, mais uma vez, que há coisas que sentimos sobre as quais a gente debate tantas explicações... Quando na verdade não há explicação nenhuma pra esses sentimentos: são eles que explicam a gente.

 

A Louca da Colina tem mais 6 dias pela frente pra brincar à vontade. Vamos ver o que a espera.


Blog EntryAviso importanteJun 26, '08 3:19 PM
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Durante 7 dias eu vou fazer a macumba forte de só olhar pro meu próprio umbigo. Eu simplesmente não vou me desrespeitar de maneira alguma. Eu vou me me relacionar comigo e com o mundo apenas de acordo com os desejos do meu próprio umbigo.

Então, melhor eu avisar. E esse aviso foi o único e último passo de consideração com os outros que eu vou dar nesses próximos 7 dias.

Afinal, eu mereço férias.

Blog EntryChegou a minha vez...Jun 26, '08 11:52 AM
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... de ser bem-vinda ao mundo dos adultos, haha!

ESTOU OFICIALMENTE EMPREGADA!!!

O meu primeiro emprego!!!

E de psicóloga!!! Eu juro que estava perdendo a fé que isso acontecesse, rs...

Numa instituição maravilhosa, que eu acompanho e admiro o trabalho há muito tempo, pra trabalhar com um público alvo com quem eu não tenho experiência mas por quem eu tenho muito interesse, e com abertura pra começar um projeto de Terapia Assistida por Animais, que é a minha paixão dentro da área!

Digam... Eu sou ou não sou uma garota de sorte???

Alguém lá em cima gosta MUITO de mim, hehe...

Blog EntryRetrato de um ansiosoJun 23, '08 11:32 PM
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"Há uma canção de Chico Buarque e Milton Nascimento que fala sobre 'aquilo que não tem medida, nem nunca terá', nossas onipotentes e desmedidas paixões – amor, ciúme, controle, posse, ambição, inveja, raiva – com seu caráter indomável, ilimitado e insaciável: 'que não tem governo, nem nunca terá'. É um mundo de desejos que disparam à nossa revelia e ameaçam ultrapassar-nos, transbordando. Diante da autonomia dos 'quereres' inconscientes, vindos de outro lugar e que nos marginalizam em relação àquele nosso 'eu' mais bem comportado, o poeta se pergunta: 'O que será que me dá?'. Assim, mostra seu espanto diante do desejo que quer tudo abarcar: plenitude da satisfação, onipresença e posse exclusiva do objeto de amor. Demanda grandiosa de amor absoluto, urgente, irrealizável, destinada à frustração: é isso que Klein considera o caráter 'infantil' – isto é, insaciável – de todo desejar humano em sua fonte mais inconsciente e arcaica, ponto de nascimento da angústia, das ansiedades mais primitivas e difíceis de atravessar."

Elisa Maria de Ulhôa Cintra, no artigo “Pensar as feridas”, publicado na revista Viver Mente & Cérebro Especial Melanie Klein.

 

Eu não ando numa fase boa para elaborações. Deve ser coisa dA Torre. Todas as revelações parecem rápidas e intensas demais pra que eu consiga elaborá-las e respondê-las à altura. Por esse motivo, diante de um texto como esse, eu me reservo o direito de dizer apenas o seguinte: estou me sentindo a criança mais mimada do mundo. Com licença, vou me recolher à minha insignificância.

(Thais, em aprendizado constante guiado pelos sucessivos tapas na cara que a vida anda lhe dando.)



Por que eu sempre a última a saber das coisas, hein? A série começou ontem e eu perdi a estréia! Acho que estou passando tempo demais no Vírtua e deixando a Net de lado, rs...

De qualquer maneira, gostei da notícia. Eu pago um baita pau pra Kat Von D, ela é a mega master plus de um dos padrões de beleza feminina possíveis que me agradam. E reality show de tatuagem nunca é demais, né?

Eu gosto muito de tatuagem, mas nunca coloquei isso como prioridade pra mim. Por isso nunca consegui juntar dinheiro pra fazer as que planejo. Já prometi a mim mesma que com o primeiro salário do meu primeiro emprego de verdade eu vou fazer as minhas duas primeiras tatuagens.

Claro que nunca vou chegar ao nível da Kat, né? Gosto muito de tatuagem como arte, tenho algumas planejadas, tenho quase certeza de que ao longo da vida vou fazer mais do que as planejadas, mas não acho que algum dia eu vá fechar qualquer parte do meu corpo. Não consigo me imaginar assim. Mas... Nunca se sabe, né? Rs...

Vamos à notícia:


“Los Angeles Ink” destaca o dia-a-dia de tatuadoras

 Série é protagonizada por Kat Von D, referência no mundo da tatuagem

 
Famosa após participar da série “Miami Ink”, a tatuadora Kat Von D volta à sua cidade natal para abrir seu próprio estúdio e estrelar o reality show “Los Angeles Ink”. Nos moldes da versão apresentada em Miami, a série, que mostra o cotidiano de um estúdio de tatuagem, estréia hoje (17de junho), às 20h, no People+Arts.

Dona de uma personalidae forte e de um estilo de vida peculiar, Katherine Von Drachenberg deixou o antigo programa após se desentender com a equipe, que não respeitava as limitações do seu estilo – Kat é especialista em retratos em cinza-e-preto.

Agora, na movimentada atmosfera de Los Angeles, Kat mostra o dia-a-dia da Hight Voltagem Tattoos, estúdio onde ela dita as regras. Ela também coordena a equipe do programa, formada por três mulheres e um homem.

“Los Angeles Ink” é mais uma franquia da série norte-americana. Após o surgimento em Miami, o programa já migrou para Los Angeles, Londres e Rio de Janeiro. A versão brasileira será exibida em um episódio especial ainda neste ano.

Felipe Kopanski, Metro, 17 de junho de 2008




Blog EntryJá que mais de uma pessoa...Jun 14, '08 10:27 PM
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... disse que adora posts de pileque, cá estou eu postando de pileque de novo.

Sim, eu estou chamando Jesus de Genésio, e sim, eu continuo escrevendo que nem uma lady. Corrigindo as palavras com mais freqüência do que o normal, mas o resultado final ainda é digno de uma lady. Vai ver que é por isso que eu sou amiga da Marcia: temos muito em comum!

Que pôrra eu vim escrever aqui, mesmo? Esqueci.

(Thais, fazendo graça à tôa.)


Photo AlbumInspiração do passado (5 photos)Jun 12, '08 11:41 PM
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Tentando postar esse álbum pela quarta vez... Lá vai!

Um belo dia resolvi mudar... Observei todos os sinais astrológicos e numerológicos, e virei cabelinha. Amei! Curti intensamente, me achei linda, me diverti pra caramba virando joãozinha, moicana, careca.

Uma hora, cansei. O cabelinho deu o que tinha que dar. Cabelo cresce, afinal.

Acontece que cabelo cresce, sim, ams não cresce de uma hora pra outra. Demooooooora... E quem tem ou já teve cabelo curto sabe bem como é: meio centímetro a mais de franja já deixa tudo diferente e te enlouquece. Irritantíssimo. Precisa de uma paciência de Jó.

Pra ajudar, a Carol e a Lórien viram umas fotos minhas de cabelo comprido e acharam que eu estou muito melhor hoje em dia. Oh, céus! Escondam as tesouras!!!

Pra me inspirar e me ajudar a criar paciência e força de vontade pra deixar o cabelo crescer, resolvi procurar e postar algumas fotos minhas de cabelão que eu gosto muito, por diferentes motivos. Eu pretendia colocar legenda nas fotos, pra explicar porque gosto delas, mas na hora de colcoar legenda o Multiply trava e eu perco tudo. Não consigo nem mudar a capa do álbum. Então deixa assim mesmo.

Detalhe: das 5 fotos postadas, em 3 eu estou de cabelo alisado. Será que isso é um sinal pra me fazer refletir sobre o assunto? Rs...

Podem comentar à vontade, que vocês não vão conseguir me fazer mudar de idéia. Ou será que vão?

Blog EntryRevoltaJun 12, '08 6:08 PM
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Durante o dia eu fiquei pensando se deveria ou não escrever esse post. Afinal, já chega de drama. Afinal, agora já está tudo bem. E além disso eu sou uma pessoa que sabe muito bem que qualquer tipo de recurso humano é limitado. Mas, enfim... Vamos à revolta.

 

Ontem (hoje) por volta da 1h30 da madrugada meu pai passou mal. Ele levantou da cama pra ir ao banheiro, se sentiu mal, desmaiou, caiu, bateu a cabeça com força no chão e acabou fazendo um corte bem feio que começou a sangrar bastante. Ele voltou a si do desmaio com os gritos da minha mãe, e não conseguia se levantar nem com a nossa ajuda por estar com muita dor na cabeça e por ainda estar com o mal estar que o fez desmaiar. Nós não sabíamos nem o quão grave tinha sido a pancada e nem qual era o motivo do mal estar. Ele não estava nem em condições de ser carregado por nós.

 

Ligamos para o convênio pra pedir uma ambulância. Nenhuma ambulância disponível. Ligamos para o SAMU. Nenhuma ambulância disponível. Ligamos para o hospital mais próximo, que fica a cinco minutos de carro da minha casa. Não trabalhavam com ambulância. Da hora que meu pai caiu até a hora em que conseguimos chegar no hospital passaram-se mais de 40 minutos. Num hospital que, como eu já disse, fica a 5 minutos de carro da minha casa.

 

Só depois que já estávamos há nem sei quanto tempo no hospital foi que ligaram pra minha casa avisando que uma ambulância estava a caminho e demoraria 15 minutos pra chegar.

 

Ok, passamos a madrugada no hospital, papai tomou uns pontos na cabeça, foi medicado, fez exames, ninguém descobriu exatamente a causa do mal estar, mas parece que não foi nada grave mesmo, e a pancada na cabeça também não teve maiores conseqüências. Graças a todos os seres divinos que protegem minha família, está tudo bem.

 

Poderia não estar? Poderia. Poderia ter sido algo sério que precisasse de atendimento rápido? Poderia. E aí, estaríamos fodidos.

 

Acontece. Shit happens. Pessoas morrem ou ficam com seqüelas graves por falta de atendimento todos os dias por um monte de motivos, desde o descaso até a pura limitação dos recursos humanos mesmo. Eu sei disso, eu sinto vontade de vomitar por causa disso. Mas a revolta e o sentimento de impotência vêm com toda força mesmo quando acontece com a gente (ainda que tenha ficado tudo bem). É assim.

 

Blog EntryPalavras à tôaJun 11, '08 10:11 PM
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Nem sei bem do que escrever. As palavras estão pedindo pra serem formadas sem sequer se revelarem pra mim antes de serem.

É só uma vontade doida de expressar essa coisa que arranha o peito... São as garras da mão que aperta meu coração até quase estrangulá-lo enquanto ele se desespera por bater. E ele bate, bate, bate... Sem saber que está livre.

Às vezes ele explode. Sai voando como um foguete. E aí eu o acompanho até as estrelas presa em seu rabo, dançando no ar e rindo da leveza do meu ser.

Não rio só da leveza. Rio também do pesar. Rio das garras que me arranham. E a leveza às vezes me deixa séria, taciturna, pensativa. Sei lá. Acontece.

Começo a aprender a conviver com as máscaras que me deram. A verdade crua às vezes é a mais eficiente delas.

Se eu tivesse cabelos longos, eles agora estariam jogados sobre meu rosto, deixando ver apenas o brilho de um olhar enviesado, convidativo e desafiador.


Blog EntryEu ainda sou uma garota de sorteJun 6, '08 2:06 AM
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E depois de uma lunação cheia de contratempos, começo a seguinte ganhando dos céus um show do Underfunk e uma boa bebedeira, com direito a muitos abraços desses meninos que me fazem sentir mais viva.


Pois é... Eu ainda sou uma garota de muita sorte!!!

Que venha A Torre! Não tenho medo dela!!!

(Thais, ainda bêbada.)

Blog EntryA trilha da lunaçãoJun 3, '08 6:29 PM
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Há poucas horas, eu tomava banho enquanto escutava meu irmão tocar violão e cantar no quarto dele. De repente, ele começou a tocar uma música que eu gostava muito, mas que não escuto há muito tempo. Nem me lembrava mais o que ela dizia, só da sensação que ela me trazia. Fiquei com ela na cabeça.

Agora, aqui no computador dos meus pais, escuto ele tocando os acordes dela de novo. Resolvo procurar a letra, pra lembrar o que ela diz. E me deparo com algo que reflete muito bem o que essa lunação foi pra mim.

Porque do que passou, eu só posso guardar lembranças felizes e lições de vida. Eu fui amarrada pelos pés e jogada onde estou agora. E só me resta seguir em frente, com fé no que há de ser.

(Galera que manja que inglês, por favor, corrija se a tradução estiver errada! Eu não confio muito nessas traduções do letras.terra.com.br. Dei uma olhada e me pareceu tudo certo, mas posso ter deixado passar alguma coisa. Obrigada!)

Time Of Your Life

Green Day

Composição: Billie Joe

Another turning point
a fork stuck in the road
Time grabs you by the wrist
directs you where to go
So make the best of this test
and don't ask why
It's not a question
but a lesson learned in time

It's something unpredictable
but in the end it's right
I hope you had the time of your life

So take the photographs
and still frames in your mind
Hang it on a shelf
of good health and good time
Tattoos of memories
and dead skin on trial
For what it's worth
it was worth all the while

It's something unpredictable
but in the end it's right
I hope you had the time of your life

O Tempo de Sua Vida

Outro momento decisivo
uma encruzilhada na estrada
O tempo agarra você pelo pulso e
direciona você aonde deve ir
Então, dê o seu melhor nesse teste e não
pergunte por quê
Essa não é uma pergunta
mas uma lição que se aprende com o tempo

É algo imprevisível, mas no final, dá certo
Espero que você tenha curtido o tempo de sua vida

Então pegue as fotografias e as imagens
dispersas em sua mente
Coloque-as na prateleira da boa saúde
e dos bons tempos
Tatuagens de memórias e cicatrizes para julgar
O que vale a pena durante
esse tempo todo

É algo imprevisível, mas no final, dá certo
Espero que você tenha o tempo de sua vida


Blog EntryEu só espero...Jun 2, '08 8:10 PM
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... que no fim de tudo isso eu seja uma pessoa capaz de bater no peito, oferecer o lombo e gritar:

"MANDA QUE EU BANCO!!!"

(Thais, virada no pajem.)

 


Blog EntryA roupa perfeitaMay 30, '08 9:42 PM
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Ontem chegou uma sacola cheinha de calças jeans, doações de umas primas. Na minha família é assim, as roupas vão passando de geração em geração. Antigamente, eu, a mais velha da nova safra, repassava roupas pra uma irmã e três ou quatro primas diferentes. Hoje em dia, eu, a mais baixa da nova safra, recebo roupas de todas as outras.

E nessa sacola cheia de calças justas, de cintura baixíssima e mil detalhes, eis que encontro uma pantalona jeans. Não sou muito boa com nomenclatura de roupas, mas dá pra vocês terem uma idéia do que eu estou falando. Uma calça de jeans puro, sem lycra, com a cintura do tamanho certinho, as pernas bem largas e bolsos nas laterais. Quase uma calça big, mas com mais cara de pantalona, mesmo.

Meus olhos se iluminaram imediatamente, minha cabeça se povoando de lembranças de muito tempo atrás. A calça ficou perfeita no meu corpo, e hoje, com as barras devidamente ajustadas à minha altura, já pude usá-la pela primeira vez. Revirei os armários, o meu e o da minha irmã, em busca de blusas que ficassem bem, e encontrei uma baby look azul escura com uma estampa pequena de ursinho e uma blusa de lã de gola alta um pouco mais larga que as outras. Exatamente como há tanto tempo atrás. Nos pés, os meus inseparáveis All Stars, substituindo os antigos Dakota Kolosh ou Redleys sem cadarço.

E eu me senti novamente com 13 anos. Se fechasse os olhos, podia até mesmo sentir os cabelos compridos caindo pelo pescoço e pelos ombros. Saí pulando e dançando pela casa, aproveitando a lembrança da sensação de um tempo em que eu não precisava fazer esforço pra ser eu mesma, e ainda não precisava crescer.

Photo AlbumShe-ra (1 photo)May 29, '08 2:05 PM
for everyone
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dThumbnaild
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Olha aí, Carol, minha fantasia de She-ra tbm, hehe... E minha prima Mariana de bailarina princesinha do lado.

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