Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se vira para o chinês e pergunta: - Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz? E o chinês responde: - Sim, quando o seu vier cheirar as flores!!!
2 julho 2008 Este é um dos melhores momentos possíveis para conversar abertamente, expondo de forma sincera e transparente tudo que sua alma sente, não para fazer cobranças, mas para estabelecer fundamentos melhores para o relacionamento.
Epa! Ele só esqueceu de mencionar relacionamento com quem, rs... Tem alguém aí a fim de ter uma DR comigo? Então vamos entrando de 10 em 10 pra não criar tumulto, haha!
Texto e imagem encontrados e enviados pela Carol que, pra variar, me enxerga do avesso...
 Meu pai é o Sol e minha mãe é a Lua. Eu canto de madrugada, eu ando sozinha na rua. Eu falo alto, faço verso e dou risada à toa. Eu vôo em meus sonhos, meus amigos são os passarinhos, Além dos trilhões de amigos de verdade que dão sentido pra minha vida. Eu deito na grama, eu durmo debaixo da árvore. Eu corro e ando na beira da praia. Eu gosto de sentir o vento e o meu elemento é a água. Eu brinco com fogo, nós dançamos juntos. Eu amo flores, plantas e árvores, elas me mostram como podemos viver em sincronia. Minha constelação é Orion, especial. Eu sou Enlaçador de Mundos, meu poder é a transformação. Adoro churrasco sem carne, violão e fogueira. Amo minha família que não mora comigo, mas mora no meu coração. E leio, escrevo e escuto música, sempre, Mas contas só de calculadora na mão. Eu dou risada dos problemas, Eu dou risada da cara dos outros. E não pisa no meu calo, Que meu signo é de Escorpião. (autor desconhecido?)

E se eu desse um bichinho de pelúcia novo pra ela abraçar?
... e por mim mesma, que obviamente não consigo ficar sabendo de certas situações bizarras sem ficar puta da vida. Então, antes de nos concentrarmos em uma visão mais produtiva das coisas, aqui vai um grande:
 Porque tem gente que merece!!!
Aproveitando o momento de fim de A Torre + A Louca da Colina, é uma hora bem propícia pra assumir certos aspectos obscuros da minha personalidade. Eu sou uma pessoa brega. Brega e piegas. Ok, eu sei, todos vocês já perceberam isso. Eu vivo sendo melodramática. Acontece que parar pra pensar que os outros percebem que eu sou brega me deixa muito brava. E quando eu acabo deixando escapar uma das minhas breguices sem querer, então? Fico num estado que me dá vontade de mandar sair de 10 em 10 pra não criar tumulto. E o pior é que eu vivo dizendo por aí que eu não tenho preconceito contra coisas bregas. Porém, na hora de assumir de peito aberto minha própria breguice, eu tiro o meu da reta e finjo que não é comigo. Ou fico brava comigo mesma quando não dá mais pra me fazer de desentendida. Acontece, senhoras e senhores, que a pessoa que vos fala é brega, sim. É brega e vai continuar sendo. Posso fazer piada, posso falar palavrão, posso ter um ar levemente descolado de vez em quando... Mas carrego no peito a essência da divindade da breguice. Ou melhor... A breguice é que carrega em si a essência divina. Afinal, não foi Roberto Calasso que disse que junto a um deus sempre se ri ou se chora? Então... Diante de uma coisa brega, ou rimos do ridículo da situação, ou choramos com a emoção e o drama envolvidos, ou até misturamos os dois e choramos de tanto rir. Tem coisa mais divina que isso??? E pra celebrar o cúmulo da breguice da minha alma... Pra fazer de verdade esse exercício de auto-aceitação... Pra de verdade bater no peito e assumir publicamente até os mais escuros recônditos da minha alma... O que seria melhor do que assumir publicamente o cúmulo da minha breguice: a minha história com a Thalia??? Eu gosto da moça. Eu até já mandei letra de música dela pra amiga, uma música muito especial pra mim. Tem música dela que me faz chorar, assim como me faz rolar de rir. Porque sim, a moça é brega!!! E só quem é brega de verdade consegue despertar esses opostos da alma humana. Comecei a me interessar na época das Três Marias do SBT: Maria Mercedes, Marimar e Maria do Bairro. Na época a coisa era séria mesmo. Depois eu cresci, meu gosto musical mudou bastante, mas continuei gostando dela e do material que eu já tinha como forma de preservar essa minha faceta piegas tão arraigada na minha alma. Tenho 3 CDs dela: o Em Extasis, primeiro a ser lançado no Brasil, e os dois seguintes, Amor a la Mexicana e Arrasando. E eles são os únicos CDs que estão sempre organizados em seqüência no porta-CDs, porque quando resolvo ouvir um, geralmente ouço os três de uma vez. E detalhe: com direito a performance. Sim, eu danço, canto e interpreto todas as músicas. É por isso que eu praticamente só escuto quando eu tenho a oportunidade de ficar sozinha em casa, hehe... Parei de acompanhar o trabalho nessa época. Pouco depois ela começou a gravar algumas músicas em inglês, e como eu tenho uma preguiça imensa pra músicas em inglês e também não estava gostando muito do que estava sendo feito (preferia as origens bregas da moça), acabei abandonando e ficando só com os meus CDzinhos velhos. Pra me engajar de vez nesse exercício e nesse compromisso público de me assumir brega, resolvi fazer uma seleção de músicas da Thalia pra vocês, devidamente separadas por categorias. Também vou selecionar algumas imagens pra postar. Espero que gostem e se divirtam. Sim, vocês estarão conhecendo muito mais sobre mim se ouvirem as músicas com atenção, hehe...
Vamos à primeira análise multiplyca do exercício de tentar atender apenas aos desejos do próprio umbigo. Vocês devem estar pensando por que cargas d´água eu resolvo chutar o pau da barraca bem no dia em que eu consigo um emprego oficialmente. Acontece que, como vocês sabem muito bem, minha vida ultrapassa o âmbito profissional, e existem outras coisas acontecendo que têm mexido comigo demais da conta. E aí num momento crucial uma grande amiga me propôs o exercício de tirar umas férias e passar 7 dias olhando só pro meu próprio umbigo. E eu, CONFESSADAMENTE, entendi a coisa toda errada (ou me aproveitei da situação pra interpretar como eu bem queria, quem sabe?) e resolvi virar de vez A Louca da Colina. Passaram-se pouco mais de 24 horas e eu já fiz um movimento imenso. Pois é, essa é a graça de ser escorpiana. Ou de ser a Thais, pelo menos. Alguns insights aconteceram durante essas horas, algumas discussões acaloradas com minha amiga tentando me fazer voltar à consciência também; mas esse é o primeiro momento em que eu paro e reflito sobre o que aconteceu. Primeiro eu deixei vir todo e qualquer sentimento que viesse. A raiva contida apareceu com tudo. A menina mimada desejosa de exclusividade falou mais alto que tudo. Eu quero, eu quero tudo, eu quero aqui, eu quero agora, dane-se você, eu, eu, eu. Ela gritou, esperneou, se debateu e soltou faíscas e alfinetadas. E ainda por cima, ela estava com o orgulho ferido. Ela não suporta ter o orgulho ferido. Dá pra imaginar o escândalo que ela aprontou. Assustou aos outros e a mim mesma. Por alguns momentos ela, cansada, resolveu dar uma trégua. E depois voltou ainda mais forte. A coisa foi crescendo, crescendo, crescendo... Até chegar ao ponto em que ela não era mais uma menina mimada: ela era uma fêmea ferida. Eu pude mais uma vez passar pela experiência de sentir algo com que nos últimos meses eu tomei contato só por meio de relatos: a sensação de não saber mais quem está no controle. O se sentir na corda bamba entre a sanidade e o surto. E eu quis ir em frente. Quis pagar pra ver onde isso ia dar. Nesse meio tempo passei por algumas situações interessantes. Ouvi alguém berrando impropérios ainda mais alto do que eu, olhei pra colina ao lado e descobri outra louca, uma fêmea mais ferida do que eu, ferida no seu senso de justiça e proteção. E então baixei o meu volume, dando espaço para que a dor dela fluísse pelo ar, sem me sentir em nada desrespeitada por estar cedendo esse espaço. Mais tarde, encontrei por acaso uma conhecida, alguém que eu sempre vi passar pela superfície da vida, e numa dessas conversas superficiais sobre outras pessoas, eu acabei me lembrando das dificuldades adaptativas práticas e nada poéticas do surto real. E então, aconteceu o fato que mudou o fluxo da correnteza dentro de mim. Há pouco tempo eu abri mão de uma coisa, por um motivo muito especial, mas sem sentir o desapego necessário pra isso. Foi algo que na ocasião feriu tremendamente o orgulho da menina mimada. E eu prometi que nessa semana de exercício eu faria novamente aquilo que deixei de fazer. Bem. Eu fui tentar fazer, e não consegui. Era algo bastante simples, e mesmo assim eu não consegui. E ainda por cima fiquei tranqüila com o fato. Demorei um tantinho pra digerir a situação, e quando finalmente a ficha caiu, eu compreendi que as motivações que me levam a certas ações e não ações são muito mais bonitas e profundas do que eu sequer poderia imaginar. Quando eu entendi isso, tudo ficou mais calmo. A correnteza em mim virou remanso. Voltei a ser a menina-mulher atrapalhada que fala e faz, sim, um monte de bobagens, que leva rasteiras da vida ou tropeça nos próprios pés, mas que em vez de ter seu orgulho ferido por isso, aprendeu a rir de si mesma e seguir em frente. Voltei a ser a fêmea que lambe mansamente suas feridas, sabendo que o couro cicatrizado será mais forte. Uma das grandes lições do momento foi entender que quem machuca minha menina mimada sou eu mesma, ao me envergonhar do que ela faz e insistir tanto que ela cresça, quando na verdade ela só está tentando me proteger e preservar o meu espaço. Ela é a parte de mim mesma que, se for tratada com o devido carinho e atenção e se tiver suas dores olhadas como questões legítimas em vez de birras, se tornará a guia que me ensinará o auto-respeito. Ela não precisará mais gritar nem fazer escândalo pra ser escutada. E ela não precisará querer muito tudo, aqui, agora, eu, eu, eu, porque ela não estará mais carente. Ela terá conseguido ser ouvida. E a outra grande lição foi que fui levada a acreditar, mais uma vez, que há coisas que sentimos sobre as quais a gente debate tantas explicações... Quando na verdade não há explicação nenhuma pra esses sentimentos: são eles que explicam a gente. A Louca da Colina tem mais 6 dias pela frente pra brincar à vontade. Vamos ver o que a espera.
Durante 7 dias eu vou fazer a macumba forte de só olhar pro meu próprio umbigo. Eu simplesmente não vou me desrespeitar de maneira alguma. Eu vou me me relacionar comigo e com o mundo apenas de acordo com os desejos do meu próprio umbigo.
Então, melhor eu avisar. E esse aviso foi o único e último passo de consideração com os outros que eu vou dar nesses próximos 7 dias.
Afinal, eu mereço férias.
... de ser bem-vinda ao mundo dos adultos, haha!
ESTOU OFICIALMENTE EMPREGADA!!!
O meu primeiro emprego!!!
E de psicóloga!!! Eu juro que estava perdendo a fé que isso acontecesse, rs...
Numa instituição maravilhosa, que eu acompanho e admiro o trabalho há muito tempo, pra trabalhar com um público alvo com quem eu não tenho experiência mas por quem eu tenho muito interesse, e com abertura pra começar um projeto de Terapia Assistida por Animais, que é a minha paixão dentro da área!
Digam... Eu sou ou não sou uma garota de sorte???
Alguém lá em cima gosta MUITO de mim, hehe...
24 junho 2008 Discordar tornou-se uma obrigação, como se só assim as pessoas pudessem expressar sua vontade de serem únicas e originais. Acontece que, de fato, as discordâncias são superficiais, porque no fundo, todo mundo fala a mesma coisa.
Só rindo, né? Rsrsrs...
"Há uma canção de Chico Buarque e Milton Nascimento que fala sobre 'aquilo que não tem medida, nem nunca terá', nossas onipotentes e desmedidas paixões – amor, ciúme, controle, posse, ambição, inveja, raiva – com seu caráter indomável, ilimitado e insaciável: 'que não tem governo, nem nunca terá'. É um mundo de desejos que disparam à nossa revelia e ameaçam ultrapassar-nos, transbordando. Diante da autonomia dos 'quereres' inconscientes, vindos de outro lugar e que nos marginalizam em relação àquele nosso 'eu' mais bem comportado, o poeta se pergunta: 'O que será que me dá?'. Assim, mostra seu espanto diante do desejo que quer tudo abarcar: plenitude da satisfação, onipresença e posse exclusiva do objeto de amor. Demanda grandiosa de amor absoluto, urgente, irrealizável, destinada à frustração: é isso que Klein considera o caráter 'infantil' – isto é, insaciável – de todo desejar humano em sua fonte mais inconsciente e arcaica, ponto de nascimento da angústia, das ansiedades mais primitivas e difíceis de atravessar." Elisa Maria de Ulhôa Cintra, no artigo “Pensar as feridas”, publicado na revista Viver Mente & Cérebro Especial Melanie Klein. Eu não ando numa fase boa para elaborações. Deve ser coisa dA Torre. Todas as revelações parecem rápidas e intensas demais pra que eu consiga elaborá-las e respondê-las à altura. Por esse motivo, diante de um texto como esse, eu me reservo o direito de dizer apenas o seguinte: estou me sentindo a criança mais mimada do mundo. Com licença, vou me recolher à minha insignificância. (Thais, em aprendizado constante guiado pelos sucessivos tapas na cara que a vida anda lhe dando.)
 Isso é tããããão clichê! Mas a cena ficou martelando na minha cabeça, e de tempos em tempos ela volta. Então, vou postar. Há algumas semanas assisti a um episódio de House em que a paciente era uma garota de nove anos de idade que estava já há algum tempo com câncer. Os médicos tinham dado um previsão de aproximadamente um ano de vida. De repente, ela começou a apresentar sintomas estranhos ao câncer, que a estavam levando à morte muito mais rapidamente. A equipe do hospital precisava então diagnosticar a nova doença e curá-la para dar à menina mais um ano de vida. E, como estamos falando de House, é claro que os procedimentos necessários para o diagnóstico e o tratamento eram bem difíceis e arriscados. E aí as discussões do episódio foram: se valia a pena colocar a vida da menina em risco pra lhe dar mais um ano de uma sobrevida difícil; se era possível que uma pessoa, ainda mais uma criança, demonstrasse a coragem que aquela menina estava demonstrando (House chega a achar que a coragem é um sintoma); e formas possíveis de aproveitar a vida. O House não se conformava com a vontade que aquela menina demonstrava de viver, ainda que por tão pouco tempo e uma vida tão difícil, condicionada a tratamentos, internações e limitações. Enfim... Em uma das cenas, o Chase vai fazer uma exame na menina (pra quem não sabe, Chase é o bonitão aí da foto). Os dois estão sozinhos na sala em que o exame vai ser feito, a menina já está deitada na maca, quando ela lança essa: - Eu nunca beijei um garoto. Chase olha assustado e responde: - Você ainda vai beijar muitos garotos na sua vida. - Não vou não. Eu vou morrer no máximo daqui a um ano. Não se costuma beijar muito com nove anos de idade. Os dois ficam um tempinho nessa discussão, quando ela lança outra que faz os olhos de Chase se arregalarem mais ainda: - Você me dá um beijo? - Não! Eu não posso te dar um beijo! - Por que não? Ninguém vai saber. Eu não vou contar pra ninguém. - Porque eu não sou um garoto. Eu tenho 30 anos. Você tem 9. Os dois continuam na discussão, ela dizendo que talvez não saia viva daquele hospital, e que gostaria muito de beijar um garoto antes de morrer... Bem. Ele acaba cedendo e beijando a garota. Não é um selinho rápido e nem um beijo de língua. É um encostar de lábios que dura o suficiente para tornar o momento significativo e a cena muito bonita. Mais tarde, numa discussão com a equipe, Chase não agüenta a consciência culpada e acaba contando que beijou a menina. No fim do episódio, toda a equipe está reunida no saguão do hospital para se despedir da menina, que recebeu alta e está indo pra casa. Ela vai se despedir de House, que faz algum comentário irônico dizendo que ela não o comove. Ela dá um sorrisinho e o abraça mesmo assim. House fica ali, visivelmente incomodado, no meio da comoção geral das pessoas no saguão. Então, Wilson chega pra ele e diz: - E no fim, a coragem não era um sintoma... Não me lembro o que House responde, mas Wilson continua falando. E diz a tal frase da cena que ficou martelando na minha cabeça e volta de tempos em tempos: - House, ela tem nove anos, está morrendo, e vive mais do que você. É isso o que te incomoda. Ela roubou um beijo do Chase! E você, o que está fazendo da sua vida?
Por que eu sempre a última a saber das coisas, hein? A série começou ontem e eu perdi a estréia! Acho que estou passando tempo demais no Vírtua e deixando a Net de lado, rs... De qualquer maneira, gostei da notícia. Eu pago um baita pau pra Kat Von D, ela é a mega master plus de um dos padrões de beleza feminina possíveis que me agradam. E reality show de tatuagem nunca é demais, né? Eu gosto muito de tatuagem, mas nunca coloquei isso como prioridade pra mim. Por isso nunca consegui juntar dinheiro pra fazer as que planejo. Já prometi a mim mesma que com o primeiro salário do meu primeiro emprego de verdade eu vou fazer as minhas duas primeiras tatuagens. Claro que nunca vou chegar ao nível da Kat, né? Gosto muito de tatuagem como arte, tenho algumas planejadas, tenho quase certeza de que ao longo da vida vou fazer mais do que as planejadas, mas não acho que algum dia eu vá fechar qualquer parte do meu corpo. Não consigo me imaginar assim. Mas... Nunca se sabe, né? Rs... Vamos à notícia: 
“Los Angeles Ink” destaca o dia-a-dia de tatuadoras Série é protagonizada por Kat Von D, referência no mundo da tatuagem Famosa após participar da série “Miami Ink”, a tatuadora Kat Von D volta à sua cidade natal para abrir seu próprio estúdio e estrelar o reality show “Los Angeles Ink”. Nos moldes da versão apresentada em Miami, a série, que mostra o cotidiano de um estúdio de tatuagem, estréia hoje (17de junho), às 20h, no People+Arts. Dona de uma personalidae forte e de um estilo de vida peculiar, Katherine Von Drachenberg deixou o antigo programa após se desentender com a equipe, que não respeitava as limitações do seu estilo – Kat é especialista em retratos em cinza-e-preto. Agora, na movimentada atmosfera de Los Angeles, Kat mostra o dia-a-dia da Hight Voltagem Tattoos, estúdio onde ela dita as regras. Ela também coordena a equipe do programa, formada por três mulheres e um homem. “Los Angeles Ink” é mais uma franquia da série norte-americana. Após o surgimento em Miami, o programa já migrou para Los Angeles, Londres e Rio de Janeiro. A versão brasileira será exibida em um episódio especial ainda neste ano. Felipe Kopanski, Metro, 17 de junho de 2008
... disse que adora posts de pileque, cá estou eu postando de pileque de novo.
Sim, eu estou chamando Jesus de Genésio, e sim, eu continuo escrevendo que nem uma lady. Corrigindo as palavras com mais freqüência do que o normal, mas o resultado final ainda é digno de uma lady. Vai ver que é por isso que eu sou amiga da Marcia: temos muito em comum!
Que pôrra eu vim escrever aqui, mesmo? Esqueci.
(Thais, fazendo graça à tôa.)
... Sem nenhuma cervejinha pra comemorar... Tudo bem. Dia 13 de fevereiro de 2009 tem mais! Até lá!
13 de junho de 2008:Estar de bem com sua própria alma é impagável, nada supera a sensação de bem-estar íntimo. Depois de atingir este supremo estado de espírito, a seguir vem a necessidade de compartilhá-lo, o que exige sabedoria, bastante sabedoria.Eu sempre fico assim nas sextas 13, mas se seu Quiroga tá dizendo que é meu processo astrológico, mais um motivo pra comemorar!

 | Revolta | Jun 12, '08 6:08 PM for everyone |
Durante o dia eu fiquei pensando se deveria ou não escrever esse post. Afinal, já chega de drama. Afinal, agora já está tudo bem. E além disso eu sou uma pessoa que sabe muito bem que qualquer tipo de recurso humano é limitado. Mas, enfim... Vamos à revolta. Ontem (hoje) por volta da 1h30 da madrugada meu pai passou mal. Ele levantou da cama pra ir ao banheiro, se sentiu mal, desmaiou, caiu, bateu a cabeça com força no chão e acabou fazendo um corte bem feio que começou a sangrar bastante. Ele voltou a si do desmaio com os gritos da minha mãe, e não conseguia se levantar nem com a nossa ajuda por estar com muita dor na cabeça e por ainda estar com o mal estar que o fez desmaiar. Nós não sabíamos nem o quão grave tinha sido a pancada e nem qual era o motivo do mal estar. Ele não estava nem em condições de ser carregado por nós. Ligamos para o convênio pra pedir uma ambulância. Nenhuma ambulância disponível. Ligamos para o SAMU. Nenhuma ambulância disponível. Ligamos para o hospital mais próximo, que fica a cinco minutos de carro da minha casa. Não trabalhavam com ambulância. Da hora que meu pai caiu até a hora em que conseguimos chegar no hospital passaram-se mais de 40 minutos. Num hospital que, como eu já disse, fica a 5 minutos de carro da minha casa. Só depois que já estávamos há nem sei quanto tempo no hospital foi que ligaram pra minha casa avisando que uma ambulância estava a caminho e demoraria 15 minutos pra chegar. Ok, passamos a madrugada no hospital, papai tomou uns pontos na cabeça, foi medicado, fez exames, ninguém descobriu exatamente a causa do mal estar, mas parece que não foi nada grave mesmo, e a pancada na cabeça também não teve maiores conseqüências. Graças a todos os seres divinos que protegem minha família, está tudo bem. Poderia não estar? Poderia. Poderia ter sido algo sério que precisasse de atendimento rápido? Poderia. E aí, estaríamos fodidos. Acontece. Shit happens. Pessoas morrem ou ficam com seqüelas graves por falta de atendimento todos os dias por um monte de motivos, desde o descaso até a pura limitação dos recursos humanos mesmo. Eu sei disso, eu sinto vontade de vomitar por causa disso. Mas a revolta e o sentimento de impotência vêm com toda força mesmo quando acontece com a gente (ainda que tenha ficado tudo bem). É assim.
Nem sei bem do que escrever. As palavras estão pedindo pra serem formadas sem sequer se revelarem pra mim antes de serem. É só uma vontade doida de expressar essa coisa que arranha o peito... São as garras da mão que aperta meu coração até quase estrangulá-lo enquanto ele se desespera por bater. E ele bate, bate, bate... Sem saber que está livre. Às vezes ele explode. Sai voando como um foguete. E aí eu o acompanho até as estrelas presa em seu rabo, dançando no ar e rindo da leveza do meu ser. Não rio só da leveza. Rio também do pesar. Rio das garras que me arranham. E a leveza às vezes me deixa séria, taciturna, pensativa. Sei lá. Acontece. Começo a aprender a conviver com as máscaras que me deram. A verdade crua às vezes é a mais eficiente delas. Se eu tivesse cabelos longos, eles agora estariam jogados sobre meu rosto, deixando ver apenas o brilho de um olhar enviesado, convidativo e desafiador.
Frases do calendário de 2008 do Projeto Bicho no Parque, que enfeita minha escrivaninha. Esse projeto é uma ong que patrocina a castração, vacinação, outros cuidados de saúde e o encaminhamento para adoção de gatos e eventuais cães abandonados em parques da cidade de São Paulo. O calendário é ilustrado por fotos de gatos resgatados e cuidados pelo projeto e tem também algumas frases muito interessantes. Aqui vão elas:
"O menor dos felinos é uma obra-prima." (Leonardo da Vinci)"Onde quer que você vá, vá com todo o coração."(Confúcio)"Um gato preto cruzando o seu caminho significa que... o animal está indo a algum lugar."(Groucho Marx)"Enquanto um homem não tiver amado um animal, uma parte de sua alma permanecerá adormecida."(Anatole France)"Já estudei muitos filósofos e muitos gatos. A sabedoria dos gatos é infinitamente superior."(Hippolyte Taine)"Existem duas maneiras de nos refugiarmos das misérias da vida: música e gatos."(Dr. Albert Schweitzer)"Sê a mudança que queres ver no mundo."(Mahatma Gandhi)"É apenas com o coração que se pode ver direito; o essencial é invisível aos olhos."(Antoine de Saint-Exupéry)"Entre a brutalidade para com os animais e a crueldade para co o homem, há uma só diferença: a vítima."(Alphonse de Lamartine)"Uma pequena ajuda é melhor do que muita pena."(Provérbio Celta)"Gato que brincas na ruaComo se fosse na cama,Invejo a sorte que é tuaPorque nem sorte se chama"(Fernando Pessoa)"Se você for merecedor de sua afeição, um gato será seu amigo, mas nunca seu escravo."(Theophile Gautier)"Todos os animais, com exceção do homem, sabem que o objetivo da vida é usufruí-la."(Samuel Butler)[Minha preferida!!!]"Lá em casa tinha um gatotão preguiçoso que só fazia mie esperava o cachorro fazer au."(Rui Werneck de Capistrano)"Minha doutrina é esta: se nós vemos coisas erradas ou crueldades que temos o poder de evitar, e nada fazemos, nós somos coniventes."(Anna Sewell)"Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada porque podia fazer apenas um pouco."(Edmund Burke)"Os fatos foram colocados no mundo pra acabar com o dogma de que todas as coisas foram criadas para servir o homem."(Paul Gray)"A questão não é `Eles podem raciocinar?` e nem `Eles podem falar?`, mas sim `Eles podem sofrer?`"(Jeremy Bentham)"Se um homem pudesse ser cruzado com um gato, melhoraria o homem, mas deterioraria o gato."(Mark Twain)"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado."(Elie Wiesel)"Existem duas maneiras de ver a vida: como se nada fosse um milagre, ou como se tudo fosse um milagre."(Albert Einstein)"Possua um coração que nunca endurece, um temperamento que nunca pressiona, e um toque que nunca magoa."(Charles Dickens)"Gato preto, pressago,Surgindo inesperadoDas esquinas da superstição."(Millôr Fernandes)"A grandeza de uma nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pelo modo como seus animais são tratados."(Mahatma Gandhi)"Não temos em nossas mãos as soluções para todos os problemas do mundo, mas diante de todos os problemas do mundo temos nossas mãos."(Friedrich von Schiller)
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